sexta-feira, 15 de julho de 2016

Lovecraft e Terrores Cósmicos

"Grande polvo feio." Desejava ainda ser tão inocente, ainda desconhecendo oque... Oque eles realmente são. Uma vez que você sabe, uma vez que você realmente entende - ou se for um dos azarados que chegam a testemunha-los - você não pode mais esquece-los. Me deixa acordado a noite, e se não pela minha mente logica, não chegaria a dormir mais.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Crown of Bullets #5 ~ Deserto dos Condenados



 Ao observarem a interminável planície, Ellen e Lin apenas viam os raios dourados do sol sendo refletidos pelas areias, e defendiam seus olhos da constante dor que sentiam por isso. Podiam ver um pouco além, metros apenas, um grupo de 3 ghouls abaixados e andando em volta, mexendo na areia com suas unhas a procura de alguma coisa que pudessem chamar de comida. As criaturas eram rápidas, entretanto, e avançavam assim que os dois se aproximavam. Lin atirava um pouco de longe, mirando nas cabeças e pescoços, enquanto apenas acertava peitos e braços de dois, que corriam em sua direção, e enquanto 1 morria antes de se aproximar o suficiente, as balas da pistola acabavam e, sem chance de recarregar, Lin acabava levando um arranhão. Ellen tinha sorte, sua agilidade era alta, então ela pulava e cortava as costas da criatura, rapidamente caindo e ficando de frente para as costas dela, que logo virava e, furiosa, pulava na garota. Ela via Lin tentando seus tiros, e perfurava o ghoul, levando um arranhão no braço mas matando a criatura, já que as facas do jogo, justamente em contraste com o fato de que seu alcance era curtíssimo, tinham um dano muito alto e inclusive escalavam um pouco com a destreza de Ellen, que também era bem grande. Corria até Lin, e retirava o pequeno monstro de cima de seu irmão enquanto o puxava com sua faca, o jogando no chão onde o apunhalava até a morte... Sem nenhuma palavra, algo que não era muito necessário entre os irmãos, eles se limpavam e continuavam pelo deserto...

segunda-feira, 28 de março de 2016

Diário de Bordo de um Lixeiro espacial # 2~ Quero voltar pra casa

Meu nome é max Couton. E esse é meu diario de bordo.
Fui encontrado por lixeiros espaciais quando era apenas um bebê. Me disseram, que eu vagava em uma cápsula, e que fedia como um humano. E claro que demorou um tempo para descobrirem que eu era um, afinal eram reptilianos.
Fui criado para ser um lixeiro espacial. O que faz um? Basicamente. Vagamos toda a galáxia, a procura de coisas preciosas que possamos trocar por dinheiro. Nos chamam de lixeiros, porque pegamos de tudo pra vender, afinal, o lixo de um é tesouro de outros.
Parece um trabalho fácil, se não fossem pelos piratas. Piratas são bandidos. Roubam o que querem. São inimigos dos lixeiros.
Agora vocês se perguntam o por que desse diário?
A 29 anos, os humanos sofriam com guerras e desastres ambientais, e para que a espécie sobrevivesse, mandaram 12 crianças com destino a um planeta vizinho. Porem algo deu errado, e a nave onde se encontravam as crianças explodiu, jogando as capsulas para longe. Algumas dessas crianças morreram. Porém outras como eu sobreviveram.
Quero voltar ao planeta terra. Quero voltar para minha espécie. Quero encontrar outros humanos...

domingo, 20 de março de 2016

Diario de Bordo de um Lixeiro Espacial #1 ~ Prologo

 Todos nos perguntamos, se um dia a raça humana realmente vai acabar. E ficamos imaginando, o como e o porque.
 O ano é 2023.O planeta Terra esta, ao que parece, a beira de um colapso.
 Potencias como os EUA estão devastadas. Com a super lotação do mundo, veio a falta de alimentos. Alguns países como o Japão sobrevivem apenas da venda de armas, para guerras que acontecem no Oriente Médio. Outros, como o Brasil, enriquecem, pois tem o único bem precioso que resta para toda a humanidade. A Agua.
 Com todo este caos, os estudiosos previram o fim da humanidade. E para que não fôssemos extintos por completo, selecionaram 12 bebes saudáveis, que seriam mandados para o espaço, com destino a um planeta semelhante a Terra que fora descoberto poucos anos antes.
 Todos eles foram colocados em cápsulas, acopladas a uma nave, que sairia a destino esse planeta. A missão desses bebes era recriar a raça humana nesse planeta. Porem, algo deu errado, e a nave se auto-destruíra no espaço. Pelo que os cientistas sabem, os bebes morreram. Porem, há quem diga que alguns sobreviveram. Podem também dizer que é mentira, e que todos morreram ali.
''A ultima esperança da humanidade...''
 Mas, será que tudo acaba assim?
 Eu sou Max Couton. E eu sou um dos sobreviventes.

Crown of Bullets #4 ~ Zona Salva

 Ellen apenas corria por ali, no meio de tiros, na direção do garotinho. Não tocava em sua arma, por que sabia que seria em vão, sua mira ruim naturalmente por causa da condição que tinha naturalmente em seus olhos, então apenas esquivava dos tiros tremidos do garoto enquanto se aproximava correndo, logo acertando o mesmo com um corte horizontal em seu pescoço e rapidamente via sua vida se derramar ao zero, fazendo com que ele desaparecesse em polígonos vermelhos como o sangue. No céu, podia ouvir uma voz robotizada soar ''First Blood!'', e então continuava. Uma mulher com aparência jovem, mas obviamente velha demais para um jogo daqueles, surgia de trás de uma espécie de pedra de luz, fuzilando a mesma com tiros que a pegavam desprevenida. Ellen era acertada em sua mão livre e em sua coxa duas vezes, e logo corria até a mulher, que defendia sua frente. Sem alternativa, Ellen pulava até as costas da mesma e quase que pulava por cima da mulher, a degolando em um salto. Outro garoto jovem então, partia para cima dela vindo da imensidão branca do lugar, e quando não a acertava com a pistola enquanto corria em sua direção, tentava com a faca perfurar seu estômago. Ellen apenas pulava para trás ao ver isso, e perfurava a mão do garoto, o trazendo para perto onde dava uma cabeçada no mesmo e logo retirava sua faca da mão dele, o acertando com a mesma em sua testa. A mesma olhava em volta, então, e não via mais ninguém, e achava que podia descansar um pouco, finalmente. O jogo, para logo de inicio dar uma missão daquelas, era realmente bem mais serio do que ela imaginava... A mesma abria seu inventario, e via oque havia ali. Havia o manual, como sempre, e a arma que a mesma havia guardado. No fundo, também, achava um pequeno kit médico. E só. E mesma sentava no chão, para descansar...

quinta-feira, 3 de março de 2016

Crown of Bullets #3 ~ Jogo de Morte

  Ellen abria seu e-mail, um sorriso abrindo em seu rosto. Ao visualizar a mensagem, sua mente era bombardeada por letras e números, tudo se unindo em sua mente como um grande e único texto, e a garota sentia uma dor de cabeça se iniciando. Na mensagem, ela lia:

́͜͟ ҉̷[҉V͏o̢͢c̡̕ê,͡͏͜ ̧̡͡El̵̶ļ́͠èn͡҉ ̡̛Y͟a͟ǹ̢̡g̨̛,̸͟ ̨f̡o͏i ̶͜c̡̕o̵̵͜ņ͟͞v̷͞įda͝d̡́͞a̷ ̸p̨a̸̸͢r͝à͏҉ ̛͘͘p̨͠a͠ŗ͢t̶̀i̢͡͝c̢͞iṕ̵a̴̢͝r ̧҉d̛͞o͢ ̵͟͝C͝ro̵͟w͝n҉ ҉̀of̀ ̛B͟u̶l͘l̸̨͢e̸͘t̴̵s͏̧͝, ́͝u҉͘m͘ ͝V̡R͘҉́MM̨͘͝OR҉P҉̕G̨ ̛e ̀úm̴͏ ̨͠D͢e҉́a̵̕t͘h͠ ̛͜G̡͟͞am̴e̵̡.]̢̕

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

No Pé da Montanha #1 ~ O Elfo Rhmbo, o Bruxo Nolliel, e o Dragão Dourado

    Esta história se passa em um lugar distante. Em um lugar onde, nenhum homem, por enquanto, jamais pisou, viu, ou ouviu falar.
    Em um bosque aos pés das montanhas cinzentas, havia um pequeno vilarejo de elfos. Eram pequenos, o maior entre eles chamado Bale media aproximadamente, pouco mais de um metro. Suas casas ficavam no alto de grandes pinheiros. Viviam de pinhas e pequenas nozes, que caiam dos pinheiros. Sua especialidade era uma bebida doce feita de um néctar, que extraíam dos pinheiros. Viviam festejando com musica, danças, e muito néctar.  O único trabalho que tinham era juntar néctar, pinhas e nozes o suficiente para enfrentar o inverno rigoroso que afetava aquele bosque aos pés das gigantescas montanhas cinzentas.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Crown of Bullets #2 ~ Familia Yang

~ Nova York, Noite de 14 de Fevereiro de 2116

  Em uma pequena festa, sediada na mansão um grande executivo, sócio majoritário da mais famosa empresa de tecnologia atualmente, a incrível Haro Tech, o programador, técnico de computação e engenheiro de tecnologia, Henry Loan, conheceu uma jovem mulher que despertou sua curiosidade. Ela, com seus cabelos escuros, pele pálida e complexão asiática, era Jenna Yang, uma designer e publicitária que havia, assim como Henry, sido contratada para o ultimo trabalho da Haro Tech, uma campanha em larga escala de seu ultimo trabalho, os Neurotransmissores Haro, chips neurais que iriam conectar todas as mentes humanas a internet, e fazer com que a internet em si se intercalasse com a realidade, unindo os dois mundos numa eterna e verdadeira ''realidade virtual''. Riram juntos naquela noite, e marcaram um encontro, pra tomarem uns drinks e se conhecerem melhor. Ambos estavam ansiosos para isso, bem mais do que deveriam.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Crown of Bullets #1 ~ Prologo

    Ellen acordava de um sono profundo, em seu quarto escuro. A mesma olhava em volta, observando seus arredores. Cortinas escuras, fechadas na frente das janelas, por onde apenas uma fraca luz noturna adentrava o cômodo. Ao olhar em volta, a mesma cena de sempre. A garota via sua cama, branca e com um grande suporte do lado, varias bolsas de soro penduradas, apenas esperando. Do outro lado, uma espécie de parede, cheia de painéis computadorizados de ultima geração, onde a maioria das telas estavam em espera, o símbolo de três garras verdes ficava, como um brasão. Diretamente em frente, uma pequena escrivaninha, com algumas pilhas de livros enchendo o espaço, e em cima da mesma, uma televisão de tela plana, desligada.

Imaginação ~ Um presente, um dom, e uma responsabilidade

Você tem imaginação?

Ja fechou os olhos, e se imaginou em outro mundo?

Ja brincou com amigos imaginários?

Temos certeza que algumas dessas coisas você, ai o outro lado da tela do computador, já fez. E com toda a certeza, alguém já lhe disse que isso é estranho, não foi? Ou quando era menor, e seus pais falavam que seus amigos imaginários não eram de verdade, e que deveria arrumar amigos reais.
A imaginação e a criatividade, são dois dos maiores dons da humanidade, porem a cada dia que passa, menos pessoas os usam. Os desenhos que antes serviam para estimular a mente e a criatividade de crianças de outras gerações, hoje em dia as torna alienadas. São poucas as pessoas que leem livros de fantasia, também. E a internet, por sua vez, se torna uma ferramenta aleatória, que é apenas usada por jovens para acessar redes sociais e sites pornográficos. Nos tornamos em androides, robôs, seguimos rotinas, agimos todos de uma única forma igual, sem que ninguém mais seja criativo, diferente. Único.
Nosso propósito, aqui, no horizonte da fantasia, é resgatar a criatividade, a imaginação, e acima de tudo, a inocência, de todos que poderiam usar esse dom para algo mais, em suas vidas e nas de outras pessoas.
Esperamos que gostem do que encontrarão aqui, e que se lembrem de sonhar.
Acima de tudo, entretanto:

Bem vindos...